Assim...

Assim...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

POEMA-(Claudete Silveira)


QUERO UM AMOR....

Que sinta minha falta
Que goste do meu cheiro
Que meu corpo
Queira por inteiro
Quero um amor
Que me dê alegrias
Participe do meu dia-a-dia
Que me mostre a realidade
Mas viva as minhas fantasias
Quero um amor
Que me chame de princesa
E que nessa realeza
Viva toda a intensidade
Desse amor felicidade
Quero um amor
Que me cubra com seus beijos
Doce loucura, desejos!
Enlouqueça-me com sua sedução,
Dê vazão ao coração!
(Claudete Silveira)

AME E DEIXE-SE AMAR SEMPRE.....

bjos da amiga
Claudia

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Poema- Flávio Leite

NOSSO AMOR É ASSIM: SIMPLES, MAS COMPLETO.
(Flávio Leite)
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O quarto escuro é só um pretexto. Há diversas possibilidades. Dois corpos, dois amantes, duas pessoas que se olham cheias de vida. Nada interessa nessa hora divina; nem a chuva que rega as plantas lá fora.
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Beijos são ouvidos, mas para o resto do mundo tudo é silêncio. As janelas vizinhas estão todas apagadas, não se ouve carros trafegando, nem pessoas transeuntes, nem pássaros cantando. Somente as estrelas nos vigiam.
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Somos felizes: abraçamo-nos, beijamo-nos, tocamos-nos, amamo-nos... O paraíso se faz em nossos corpos e almas. Dois em apenas um: este é o dilema. Nada mais importa além da eternidade que encontramos em nossos momentos. Nosso amor é assim: simples, mas completo.


bjos da amiga
Claudia

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

POEMA-Ataíde Lemos


Outono

Outono; as folhas caem
No chão enorme tapete
De folhas secas
Que aos poucos o vento
Vai levando com o tempo
A beleza de uma estação.
O tempo é como o outono
Leva consigo os momentos
De amores intensos
Deixando em silêncio
Um triste coração
Restando a lembrança
E uma nova esperança
Na próxima estação.
(Ataíde Lemos)

bjos da amiga
Claudia

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

CARINHO


*Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o Beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal Rosa tardia

*Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

*Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

*Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

*Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

*Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.


bjos da amiga
Claudia

REFLEXÃO-Mahatma Gandhi


"Viva com tanto amor no coraçãoque se, por engano, você for parar no inferno,
o próprio demônio lhe trará de volta ao paraíso."
"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse,o respeito aquilo que e indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Alem do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída."
Mahatma Gandhi

bjos da amiga
Claudia

POEMA-Victtoria Rossini


ÓCULOS TRINCADOS

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Não!!
Eu não quebrei os óculos...
Também não sei exatamente
Em que momento as lentes começaram a trincar
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Minhas lindas lentes cor-de-rosa
Com que eu via você
Começaram a apresentar ranhuras
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Teu rosto foi mudando
O que antes eu teimava em não ver
Agora é visível demais pra esconder
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O que eu achava que eram manias
Hoje vejo que são vícios.
O que eu achava que eram erros casuais
Hoje vejo como defeitos de personalidade.
Coisas irritantes que antes pareciam engraçadas
Hoje são problemas no relacionamento.
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Mas mesmo assim os uso
Pra justificar aquilo que eu disse que via em você.
Será que um dia terei coragem de tira-los?
(Victtoria Rossini)

bjos da amiga
Claudia

sábado, 21 de novembro de 2009

Poema-Afonso Estebanez



TERCEIRA ROSA DO ORIENTE

Ô, insensatez humana convencer as rosas
de que das rosas todo o tema se esgotou!
Quantos mistérios há nas faces luminosas
das rosas da manhã que ainda não raiou...

As rosas são dotadas de almas poderosas
que o escultor das primaveras reinventou
num paradoxo de impressões prodigiosas
tal retocar a flor que Deus não terminou.

Eu canto as rosas que replanto no jardim
as desfolhadas pelas frias mãos do vento
que feneceram de ser uma flor qualquer.

Eu canto a rosa do último poeta em mim
a que folheia o livro do meu pensamento
e sangra por amor no ventre da mulher!

(Afonso Estebanez)
bjos da amiga
Claudia

Guerra de Paz (Clauventure)

Não haverá separação...Eu luto com as armas da paz. Eu acolho, respeito e cuido do meu amor! Clauventure