O poeta, enamorado, roubou o perfume da morena, ao tocá-la.
Deleitaram-se sem pressa. Deixando o desejo fazer sua prece, e seivou sua boca, pequena, batom cor da açucena, com o nectar do amor.
O dia começou com um poema, perfumado,
romance delicado.
Na pele, desejo em vapor.
Lençol orvalhado, no leito do cerrado.
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